O governo norte americano coloca suas estatísticas na blockchain avançando com a "economia onchain" publicando indicadores macroeconômicos diretamente em blockchains públicas, o fato ocorre pós o secretário de Comércio, Howard Lutnick, anunciar o projeto, com iniciativa desenvolvida em colaboração com Chainlink e Pyth Network. Através da parceria, o Departamento de Comércio publicou 6 métricas do Bureau of Economic Analysis sobre blockchain, incluindo PIB real, índice de preços, PCE, e vendas finais reais à compradores privados nacionais, abrindo caminho à aplicações em finanças descentralizadas, plataformas de previsão e ativos tokenizados, com isto, os indicadores serão atualizados em ciclos mensais ou trimestrais e, na fase inicial, disponíveis em 10 redes, ou, Arbitrum, Avalanche, Base, Botanix, Ethereum, Linea, Mantle, Optimism, Sonic e ZKsync e, conforme a Chainlink, mais blockchains serão adicionadas de acordo com a demanda. O Departamento de Comércio explica em comunicado que a distribuição se estenderá a Bitcoin, BTC, Ethereum, ETH, Solana, SOL, Tron, Stellar, Avalanche, AVAX, Arbitrum, ARB, Polygon, MATIC, Optimism, OP, sendo a entrega das informações coordenada com oráculos do esquema cuja metodologia consiste em registrar hash criptográfico de cada conjunto de dados em diferentes cadeias, garantindo integridade, sendo que o objetivo é adicionar canal complementar para disseminar informações econômicas sem substituir os mecanismos atuais. O Departamento de Comércio confirmou que Coinbase, COIN, Gemini e Kraken colaboraram no processo de publicação e, conforme a Bloomberg, as plataformas foram usadas à adquirir criptomoedas necessárias com as quais as taxas de transação foram cobertas, com o secretário de Comércio esclarecendo que "o Departamento de Comércio e o presidente, publicarão dados estatísticos econômicos na blockchain", acrescentando que, "a verdade econômica dos EUA imutável e globalmente acessível como nunca antes, consolidando papel como capital mundial blockchain."
Neste conceito disruptivo surge a nota que o Google lança o Google Cloud Web3, IA que explora Bitcoin, Criptomoedas e Web3, focado no ensino e tecnologias relacionadas a criptomoedas e ecossistema Web3, dentre elas, modelo IA Web3 AI projetado para explicar conceitos técnicos e apoiar pesquisas neste campo embora em versão beta, a IA é capaz de responder perguntas sobre múltiplos aspectos do setor, mesmo que a empresa alerte que suas respostas podem não ser totalmente precisas podendo apresentar erros. Além da ferramenta IA, a plataforma permite interação direta com redes de criptomoedas, por exemplo, usuários podem receber tokens de teste que não têm valor monetário usados em ambientes simulados conhecidos como testnets, ou, implementar nós Bitcoin e outras blockchains incluindo opção de executar um nó Bitcoin sincronizado com a Ordinal Wallet. Na seção "Descobrir" pode-se explorar projetos criados pela comunidade e os compartilhar com outros usuários, considerando que a Web3 representa evolução da internet em direção a ambiente descentralizado onde usuários têm controle sobre dados, ativos digitais e como interagem com as plataformas, ao passo que na web tradicional, empresas concentram informações e controle com Web3 se baseando em tecnologias como blockchain e contratos inteligentes que permitem transações seguras, verificáveis sem intermediários. Impacta ativos digitais e finanças descentralizadas, DeFi, ou, plataformas blockchain que permitem usuários emprestarem, tomar emprestado e investirem em cripto sem necessidade de bancos tradicionais, além de Arte digital e colecionáveis virtuais, como NFTs, com destaque à ativos que permitem propriedade e autenticidade de obras digitais criando mercados à artistas, criadores e colecionadores. Videogames e universos virtuais são campo em expansão em que Jogos blockchain permitem controle de itens e personagens que adquirem e os troquem em suas próprias economias virtuais, recursos, que abrem horizonte no modo como experiências digitais são concebidas. Promove plataformas colaborativas e redes sociais descentralizadas onde usuários participam da governança e monetização de conteúdo, reduzindo dependência de intermediários, quer dizer, no Google Cloud Web3, usuários experimentam tokens de teste, implantam nós blockchain e exploram projetos do mundo real sem investimento inicial tornando Web3 espaço à aprender, inovar e participar de ecossistema digital em expansão.
Moral da Nota: stablecoin é ativo digital emitido por empresas como tokens na blockchain, atrelados a moeda fiduciária e lastreados por reservas monetárias ou títulos de alta liquidez, projetadas para oferecer reserva de valor estável e meio de troca, diferente de ativos digitais voláteis como criptomoedas e emitidas por instituições privadas em blockchains públicas como Ethereum, ao contrário das CBDCs, Moeda Digital de Bancos Centrais, stablecoins não são moeda corrente oficial e recebem diferentes níveis de escrutínio e supervisão regulatória, como exemplos estão o Tether, USDT, Circle, USDC, e EUR CoinVertible, EURCV. O mecanismo que garante estabilidade da stablecoin envolve colateralização, por exemplo, o USDC da Circle é lastreado 90% por títulos do Tesouro dos EUA de curto prazo ou acordos de recompra, o restante é mantido em dinheiro, lastro que garante aos detentores resgatar stablecoins a qualquer momento por ativo subjacente, mantendo a estabilidade. Os benfícios são velocidade e disponibilidade com funcionamento 24 horas/dia, 7 dias/semana, liquidando pagamentos quase instantaneamente, custos mais baixos eliminando intermediários e tornando transferências mais baratas, transparência e controle permitem rastreamento em tempo real e pagamentos verificados automaticamente, combate à lavagem de dinheiro e conhecimento do cliente com processos de conformidade digital e contratos inteligentes. Além de acesso global utilizando infraestrutura "em carteira" em vez de "em conta", expandindo acesso a qualquer cliente com conexão internet e, por fim, inovação empresarial permitindo novos recursos como contratos inteligentes que permitem rebalanceamento de portfólios, liquidação instantânea e capacidade de usar ativos tokenizados como veículos de pagamento. Por fim, regulamentações que regem stablecoins evoluem à medida que governos e instituições reconhecem crescente influência nas finanças globais, visam garantir operação estável e segura do dinheiro tokenizado em aspectos como reservas, divulgações, conformidade com as normas antilavagem de dinheiro e "conheça seu cliente", além do licenciamento dos emissores. Instituições financeiras participam cada vez mais do ecossistema stablecoin, com algumas emitindo suas próprias ou experimentando depósitos tokenizados, por exemplo, a JPM Coin, do JPMorgan Chase, usa depósitos bancários tokenizados para liquidação em cadeia em tempo real entre clientes institucionais, Citibank, Goldman Sachs e UBS, experimentam depósitos e dinheiro tokenizados através de iniciativas como a Canton Network, indicando interesse entre grandes instituições no uso de stablecoins e ativos tokenizados às diversas aplicações.