sábado, 29 de agosto de 2026

50&50

O PNUMA e a Prefeitura de Paris promovem iniciativa de contribuição ao esforço de implementação do Mutirão contra o Calor Extremo, emergiu na COP30 em Belém visando acelerar ações no combate ao calor extremo e resfriamento sustentável. Lançada no Heat Action Day, antes do Dia Mundial do Meio Ambiente, a iniciativa 50&50 reúne cidades para fortalecer preparação ao calor, testar sistemas, além de compartilhar soluções acelerando ações de proteção das comunidades quanto reduzir emissões que impulsionam aumento das temperaturas. No Dia Mundial do Meio Ambiente de 2026 e nos anos seguintes, a iniciativa 50&50 reuniu comunidades urbanas comprometidas com resiliência ao calor passando da adaptação à transformação através da aprendizagem entre pares à garantir bem-estar antes do enfrentamento de emergências relativas ao calor. Estão inseridas na ação climática 50 cidades e ao mesmo tempo adaptando-se a mundo com 50°C para enfrentar um dos riscos climáticos mais crescentes e mortais, ou, o calor extremo, com cidades como Antalya, Lagos, Melbourne, Mendoza, Paris e Yangzhou unindo forças através da iniciativa 50&50 para aprender com experiências umas das outras e compartilhar abordagens comprovadas à adaptação e preparação ao calor extremo. A iniciativa promove soluções práticas e centradas no cidadão, incluindo “ilhas de resfriamento” em espaços públicos, expansão de áreas verdes, instalação de espelhos d'água, desenvolvimento de centros de resfriamento, criação de sistemas de alerta precoce, melhoria da infraestrutura cicloviária, aumento de áreas sombreadas e uso de materiais refletivos para reduzir absorção de calor incentivando planejamento urbano mais resiliente. Inger Andersen, Diretora do PNUMA, informa que, “calor extremo transforma o cotidiano em cidades do mundo, enfrentando níveis perigosos em todos os cenários climáticos, representando risco particular à pequenos agricultores e membros mais vulneráveis ​​da comunidade” e, conclui, “auxilia líderes agirem mais rapidamente compartilhando soluções práticas que protegem as pessoas, reduzem desigualdade e fortalecem resiliência urbana.” A cidades ao redor do mundo estão vivenciando ondas de calor mais longas à medida que as temperaturas se elevam, tornando-as intensas e frequentes contribuindo para quase meio milhão de mortes/ano, tornando sistemas de transporte, residências, espaços públicos e escolas inseguros nas horas mais quentes, além de aumentar a demanda por energia e exacerbar desigualdades exercendo pressão crescente sobre sistemas de saúde, especialmente quando combinados a poluição do ar, infraestrutura energética e economias urbanas. “O calor extremo está se tornando desafio crucial às cidades no mundo e, com base no próprio exercício de simulação de 50°C realizado em Paris, a iniciativa reflete uma forte convicção, as cidades devem agir em conjunto para antecipar calor extremo e proteger seus habitantes. Emmanuel Grégoire, prefeito de Paris, diz que, "cooperação é a ferramenta mais poderosa” e, ao longo de 2026, várias cidades realizarão seus próprios testes de resiliência ao calor extremo com apoio do PNUMA, do C40 Cities, do Climate Leadership Group e da cidade de Paris, que realizou exercício simmilar. Por fim, o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado anualmente em 5 de junho, é dia  de defesa e ação ambiental no mundo, liderado pelo PNUMA e realizado desde 1973, tornou-se a maior plataforma mundial de conscientização ambiental com milhões no planeta participando para proteger o ambiente, enquanto o Programa da ONU ao Meio Ambiente, PNUMA, é a principal voz em questões ambientais, oferecendo liderança e promovendo parcerias à gestão ambiental responsável, alem de informar e capacitar nações e povos melhorarem qualidade de vida sem comprometer gerações futuras.

Relatório do PNUMA mostra que a Terra está em espiral ambiental descendente que ameaça o futuro de bilhões de pessoas e, para se salvar, a 7ª edição do Global Environment Outlook afirma que a humanidade precisa mudar no modo como administra economias, utiliza matérias-primas, gerencia resíduos, gera energia, produz e consome alimentos além de tratar o ambiente. Os autores do relatório, grupo de 300 cientistas multidisciplinares e comunidades no mundo começaram reformular sistemas e, os primeiros resultados mostram que é possível proteger o ambiente e criar oportunidades, com  Maarten Kappelle, chefe de Escritório de Ciência do PNUMA, dizendo que “com frequência, as pessoas encaram como escolha binária, ou, o meio ambiente ou a economia” e, conclui, “é possível construir economia que beneficie pessoas e o planeta, aliás, isso já acontece em todos os lugares, de Burkina Faso à Índia, neste exato momento.” Povos indígenas Adivasi da Índia que vivem dentro e ao redor da famosa Reserva de Tigres de Periyar lutaram contra o desemprego e pobreza, no final da década de 1990 o governo e grupos doadores lançaram projeto que uniu desenvolvimento e conservação e, muitos dos 200 mil membros da comunidade Adivasi, foram treinados para se tornar guias de vida selvagem e guardas florestais, auxiliando proteger grandes felinos ameaçados e impulsionando ecoturismo, que proporcionou estabilidade e empregos às famílias locais. A China na década de 1990 era depósito de lixo eletrônico, grande parte importado ilegalmente do exterior, de computadores antigos a geladeiras inundavam aterros e lixões, contaminando solo e água e, nas últimas 2 décadas, incentivou criação de empresas licenciadas para reciclagem de lixo eletrônico, hoje, processam componentes eletrônicos incluindo placas de circuito impresso, cartuchos e telas de cristal líquido, impedindo que substâncias tóxicas como mercúrio escapem ao ambiente além de gerar empregos e, em 2020, 50% do lixo eletrônico chinês era reciclado. Por fim, o Nature Conservancy, grupo ambientalista americano, comprou US$ 13 milhões em dívidas das Seychelles em troca da promessa que o país criaria áreas marinhas protegidas ao longo da costa, chamada de troca de dívida por natureza permitindo que protegessem 30% das águas marítimas nacionais, aumento em relação aos menos de 1% registrados em 2015. A agricultura na região do Sahel, África, durante décadas exibia faixa de terra semiárida fronteiriça com a parte sul do Saara, secas e chuvas irregulares ligadas às mudanças climáticas levaram à perda de colheitas e, em passado não distante, à fome e, nos últimos anos, agricultores de Burkina Faso ao Quênia adotaram técnica agrícola tradicional conhecida como zai que auxilia mudar esse cenário, método que não agride o ambiente em que agricultores cavam buracos em solos degradados e os preenchem com composto ou fertilizante natural concentrando a pouca água disponível e criando solo fértil às sementes, alguns agricultores chegam usar cupins à quebrar o solo duro e seco resultando no aumento da produtividade em até 500%.  

Moral da Nota: uma em cada dez empresas da Europa com valor de mercado superior a US$ 1 bilhão citou calor extremo, seca e incêndios florestais em teleconferências de resultados do 2º trimestre, percentual recorde, de acordo com dados divulgados pelo Financial Times da plataforma de inteligência de mercado AlphaSense. O impacto de condições climáticas extremas nos negócios aumentou devido ondas de calor extremo que atingiram a Europa no verão, quer dizer, continente que aquece mais rapidamente no mundo forçando executivos abordar impactos climáticos com investidores. O calor impulsiona demanda por produtos como piscinas, ar-condicionado, protetor solar, bombas de água subterrânea e geradores de eletricidade, no outro lado, interrompe atividades, caso de empresas de serviços públicos, setor agrícola e prestadores de serviços de infraestrutura que enfrentam maiores riscos operacionais e redução na produtividade da mão de obra. O diretor do Groupe SEB,fabricante francesa de eletrodomésticos, disse que a empresa vendeu 30% mais ventiladores na Europa em junho, comparado a 2025, a multinacional alemã Beiersdorf teve em junho o mês com o maior volume de vendas de protetores solares na história, a Beijer Ref, empresa sueca que fornece equipamentos de refrigeração e ar-condicionado observou o maior aumento na demanda de mercados mais recentes na Europa Central, Reino Unido e França. Empresas afirmaram ter implementado ou previsto mudanças para adaptarem negócios aos verões mais quentes com desenvolvimento de produtos ou práticas de trabalho, o grupo de engenharia holandês Koninklijke Heijmans estuda possibilidade de licença por frio aos trabalhadores ser substituída por política de licença por calor, considerando que temperaturas de 35°C obrigam equipes interromperem trabalho. No campo, ondas de calor obrigam agricultores modificar o modo e horário de trabalho em países europeus com colheitas noturnas, cobertura com redes de sombreamento, resfriamento de estábulos e mudanças no cronograma de plantio, sendo que grandes extensões da zona rural britânica parecem deserto de poeira pós ondas de calor. Por fim, a EEA, Agência Europeia do Ambiente, esclarece que eventos climáticos extremos geraram perdas de R$ 1,18 trilhão na UE entre 2021 e 2024, com dados históricos não mais fornecendo base adequada para calcular probabilidades de perdas e, por isso, o mercado financeiro e de capitais depende cada vez mais de análises de cenários prospectivos, com seguradoras se preparando à era de risco de catástrofes na Europa, não considerando recentes ondas de calor extremo como choque temporário, mas, como  tendência de longo prazo. A Autoridade Bancária Europeia, EBA, desenvolve meios de medir impacto financeiro do calor extremo devendo incluir o calor como categoria separada nos testes de estresse que avaliam capacidade das instituições financeiras  suportarem perdas e, segundo a EBA, ondas de calor aparecem em indicadores como produtividade do trabalho, desempenho de setores econômicos, demanda por energia, produção agrícola e atividade econômica, quer dizer, o Financial Times estima que a perda supera a previsão anual da UE, ou, calor extremo afeta seguros, indústria, transporte e geração de energia.

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Iniciativa Coreana

Testes de campo da variedade de arroz coreana 'jinbuolbyeo', supervisionados pelo Programa Coreano de Agricultura, KOPIA,da Administração de Desenvolvimento Rural, RDA, no distrito de Bulgan, província de Khovd, Mongólia, segundo a RDA, alcançou sucesso nos projetos de assistência oficial ao desenvolvimento agrícola no exterior transformando desafios de décadas em soluções sustentáveis à segurança alimentar. Projetos de cultivo de arroz na Mongólia e em países africanos, além do Uzbequistão, onde tecnologia agrícola coreana abre espaço à exportação de máquinas e animais, sendo que a Mongólia, que dependia de importações para suprir 50 mil toneladas consumidas anualmente, teve sua 1ª colheita de arroz bem-sucedida em 2025 graças ao Programa Coreano de Agricultura Internacional da RDA. A variedade de arroz coreano de maturação precoce utilizada, "jinbuolbyeo", com técnica de semeadura de 40 dias e cronograma de colheita no início de setembro, adaptado à estação de cultivo da Mongólia, mostra que parcelas experimentais no distrito de Bulgan, província de Khovd, renderam 310kgs/mil m², descoberta que demonstrou que o arroz pode ser cultivado no clima rigoroso da Mongólia abrindo oportunidades à que sistemas de irrigação, equipamentos de moagem, fertilizantes e sementes coreanos entrem no mercado local, valendo a nota que, 7 países africanos incluindo Gana, Senegal, Quênia e Uganda participam do projeto K-Rice Belt para aumentar a produção de arroz.  A produção de sementes de alto rendimento subiu de 2.321 toneladas em 2023 à 6.365 toneladas em 2025, enquanto a produtividade média saltou de 2,2 à 4,6 toneladas por hectare, mais que dobrando a produção local, com Lee Seung-don, CEO da Administração de Desenvolvimento Rural e Jamshid Abdukhakimovich Khodjaev, vice-ministro da Agricultura do Uzbequistão, assinaram MOU sobre cooperação em inseminação artificial de animais no escritório do Ministério da Agricultura do Uzbequistão, em Tashkent. Até 2027, a RDA pretende fornecer mais de 10 mil toneladas de sementes de arroz/ano produzindo 2,16 milhões de toneladas de arroz para alimentar 30 milhões de pessoas, com meta de alimentar 50 milhões até 2030, considerando que o projeto constrói cadeia de valor agrícola completa desde produção de sementes ao processamento e  distribuição. A assistência técnica da RDA no Uzbequistão, resulta em oportunidades de exportação com tecnologia coreana de transferência de embriões de gado leiteiro alcançando taxa de sucesso de prenhez de 50%, 20% superior à dos embriões importados antes, avanço, que possibilitou assinatura de MOU sobre conhecimentos em inseminação artificial de animais, incluindo simplificação de procedimentos de registro de medicamentos veterinários buscando acelerar entrada de empresas coreanas no mercado uzbeque. Vale a nota que técnicas mecanizadas de transplante de arroz na Coreia reduziram a mão de obra necessária em 70%, ao mesmo tempo que a produtividade aumentou 52%, elaborando planos à implementação do complexo de produção de sementes com 200 hectares até 2027. Por fim, a RDA, vinculada ao Ministério da Agricultura, Alimentação e Assuntos Rurais, caminha à modelo multiministerial de Desenvolvimento Comunitário Rural Inovador em parceria com Agência de Cooperação Internacional da Coreia e Ministério do Interior e Segurança, combinando tecnologias agrícolas inteligentes relativas ao clima com infraestrutura de armazenamento, processamento e distribuição, apoiando agricultores na criação de economias rurais autossustentáveis ​​em vez de fornecer assistência técnica pontual.

Estudo mostra limites superiores e inferiores da parcela econômica e tecnicamente viáveis da atividade de transporte rodoviário de mercadorias capturadas por tecnologias alternativas cuja avaliação integra projeções atuais de tecnologia veicular e preços de combustíveis, validadas através de consultas com fabricantes europeus de caminhões, perfis heterogêneos de utilização de caminhões derivados de microdados reais de mais de 4 milhões de caminhões e estimativas de expansão da infraestrutura de recarga. Considerando que projeções de Custo Total de Propriedade, CTP, às Tecnologias de Transporte de Carga Intermediária,TIC, em estudos não acadêmicos, sendo raros estudos abrangentes, atualizados e revisados ​​por pares que aplicam padrões de uso de caminhões e não capturam heterogeneidade dos padrões reais de uso na UE. Daí, caminhões pesados ​​contribuíram com aproximadamente 5% das emissões globais de CO2 em 2023 mais que o transporte marítimo e aviação combinados, sendo que na UE, o transporte foi o maior setor emissor representando mais de 30% das emissões, sendo que caminhões pesados ​​responderam ​​por 8%, inseridos em crescimento da demanda logística aumentando importância da descarbonização do transporte rodoviário de cargas. Reduções profundas nas emissões de CO2 exigem transição rápida em larga escala à caminhões com emissão zero, ZETs, incluindo elétricos a bateria, BETs, movidos a eletricidade de baixo carbono, elétricos a célula de combustível, FCETs, usando hidrogênio verde ou fornecimento de combustíveis de baixo carbono como diesel sintético ou biodiesel para abastecer caminhões com motor de combustão interna, ICETs. Neste sistema, a UE implementou quadro abrangente incluindo normas de desempenho de emissões de CO2, mandatos sobre quota de renováveis ​​e implantação de infraestruturas, bem como precificação do carbono e, apesar da pressão regulamentar, o setor dos veículos pesados, VPP, continua dependente de combustíveis fósseis convencionais e a adoção de ZETs pelo mercado permanece limitada, ou, implantação de FCETs insignificante, sendo que o óleo sintético não está disponível comercialmente e o uso de biocombustíveis é limitado pela disponibilidade de terras, daí, a adoção de BETs cresce desde 2022 permanecendo modesta e representando 4% das vendas de caminhões novos na UE em 2025. Por fim, desenvolvimentos na tecnologia de baterias parecem promissores e os fabricantes de caminhões expandem seu portfólio de tecnologias alternativas à caminhões, oferecendo elétricos a bateria, por exemplo, Scania, com autonomia superior a 500 km sem recarga, sendo que introdução do Sistema de Carregamento de Megawatt, MCS, e implementação na Rede Transeuropeia de Transportes, RTE-T, conforme Regulamento de Infraestrutura de Combustíveis Alternativos, RFIA, atende necessidade de carregamento de alta potência rápida e fácil de usar em caminhões. Quer dizer, projeções sobre viabilidade econômica de tecnologias alternativas à descarbonização do transporte rodoviário de cargas são cruciais não apenas à investimento das operadoras, mas, à elaboração e avaliação de políticas, planejamento à avaliar sensibilidade da adoção a fatores como preços de combustíveis, taxas de utilização, custos de baterias e intervenções políticas, identificando caminhos sólidos e riscos na transição ao transporte rodoviário de cargas com baixa emissão de carbono.

Moral da Nota: o Orçamento Climático da cidade de São Paulo integrará metas de sustentabilidade do Plano Plurianual que, através do Decreto Nº 64.688, de 4 de novembro de 2025, a Prefeitura da cidade de São Paulo instituiu o Orçamento Climático do Município de São Paulo definido como sistema de governança que integra metas climáticas, redução de emissões de gases efeito estufa e resiliência no ciclo orçamentário anual, parte do Plano Plurianual, PPA, 2026-2029. A Prefeitura com isso promove envolvimento intersetorial da Administração Pública, monitoramento de resultados e fortalecimento da transparência e responsabilização institucional, em que, metas climáticas de médio e longo prazo são definidas pelo Plano de Ação Climática do Município de São Paulo, PlanClima SP, instrumento de integração de compromissos no Acordo de Paris ao planejamento público em consonância com Política Municipal de Mudança do Clima. Identifica ações à redução de emissões de Gases Efeito Estufa em 50% até 2030, comparado a 2017 e, neutralidade de carbono até 2050, prevendo medidas de adaptação, inclusão social e justiça climática. A professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da USP, esclarece que o crescimento dos eventos climáticos extremos reforçam urgência de planos de ação climática destacando papel do governo na adaptação climática, com esforços feitos em diferentes áreas e setores. Aqui, destaca limitações em relação às estratégias de adaptação gerando lacunas em níveis e escalas de governo já que a implementação do Orçamento Climático municipal envolve articulação intersetorial entre diferentes Secretarias municipais com responsabilidades em níveis de atuação, avaliando que, organizar planejamento à cidade como São Paulo é desafio à elaboração dos planos de ação climática. O PlanClima cruza dados ambientais com o IPVS, Índice Paulista de Vulnerabilidade Social, de modo avaliar regiões e bairros mais afetados com menor adaptação e mais vulneráveis a desastres desenvolvendo estratégias à esses lugares, impossibilitando estabelecer planejamento sem entender onde estão riscos geológicos, hidrológicos, de inundação, alagamentos, enchentes e distribuição dos grupos sociais mais vulneráveis como um todo. Por fim, a Plataforma SampaAdapta monitora calor urbano e promove políticas públicas para adaptação climática, sendo destinos do Orçamento Climático a eletrificação das frotas de ônibus municipais, expansão da coleta seletiva e compostagem, incentivo à energia solar e padrões construtivos sustentáveis, expansão de áreas verdes urbanas, mapeamento de áreas vulneráveis a deslizamentos, drenagem sustentável, justiça climática com melhores condições de habitação e urbanização de favelas com investimento de R$ 5,75 bilhões em áreas verdes, parques e conservação ambiental.