Estudos demonstram que a ocitocina reduz tanto a sensação subjetiva de medo quanto a assinatura neural em contextos sociais, não, em contextos não sociais, quer dizer, cientistas desenvolveram modelo cerebral IA que rastreia o medo, de modo que se desenrola em situações do mundo real oferecendo mudança em relação às abordagens de laboratório em que estudos sobre medo se baseiam em imagens estáticas que não refletem como o cérebro o processa em contextos dinâmicos, sendo que o modelo captura com precisão respostas em experiências naturais revelando que a ocitocina reduz o medo em situações sociais. Segundo a Universidade de Hong kong, HKU, as descobertas apontam à mecanismo direcionado à ansiedade e fobia social além de condições relacionadas, oferecendo ferramenta ao desenvolvimento que reflita o processamento emocional na vida real, enquanto o mapeamento do medo no Mundo Real, utiliza modelo cerebral IA capturando respostas nas experiências naturalistas melhor que paradigmas de laboratório, ao passo que a redução do Medo Social reflete que a ocitocina reduziu o medo subjetivo e sua assinatura neural em contextos sociais, daí, a via de tratamento em que as descobertas apoiam abordagem direcionada à condições caracterizadas por medo social excessivo incluindo ansiedade e desafios relacionados ao autismo. Coloca em causa a validade de estudos laboratoriais que podem não descrever com precisão como o cérebro processa o medo, fornecendo dados convincentes à nova abordagem de tratamento orientada à transtornos caracterizados por medo social excessivo como autismo, ansiedade e fobia social, além de ciar ferramenta IA para preencher lacuna entre pesquisa laboratorial e experiências emocionais da vida real abrindo caminho à intervenções clínicas mais eficazes. Por fim, ao considerar o medo como instinto natural de sobrevivência, para muitos, pode tornar condição debilitante como ansiedade social, daí, desafio no tratamento de transtorno em que estudos laboratoriais sobre o medo não conseguem capturar como a emoção é vivenciada em situações do mundo real. Em suma, estudos desenvolvidos pela equipe de pesquisa de Benjamin Becker, do HKU, Departamento de Psicologia, revelou que modelos cerebrais de medo existentes, baseados em imagens estáticas de laboratórios não rastreiam o medo de forma confiável enquanto respostas em experiências da vida real como assistir filme de terror,daí, desenvolveram modelo cerebral inspirado em IA que rastreia a experiência consciente do medo nas situações dinâmicas e naturalistas, cujos resultados mostraram que a ocitocina reduz tanto a sensação subjetiva de medo quanto a assinatura neural em contextos sociais, não, em contextos não sociais, o que sugere mecanismo direcionado ao alivio do medo social.
Estudo realizado nos EUA examina o uso generalizado IA em áreas diversas incluindo educação e, de acordo com as conclusões, a utilização IA impacta a função cognitiva humana observando queda na atividade das áreas do córtex responsáveis pela análise de informações. Quer dizer, alguém acostumado receber dados através de sistemas IA perde simultaneamente a capacidade de resolver problemas relacionados à análise e síntese de informações, em consequência, perde a capacidade de decidir, ao passo que o sistema IA essencialmente se torna "cérebro reserva" enquanto o "principal" se reduz ao ponto de ativar o "reserva" em determinado momento e, sem esforço, quer dizer, a IA treina o cérebro humano para trabalhar menos e seguir suas instruções com mais frequência, em consequência, o cérebro reserva torna-se principal. Daí, a crença científica que, caso a IA continue se desenvolver seguindo princípios atuais, a humanidade enfrentará "estagnação informacional" nos 5 anos a seguir, cenário, em que grande número de pessoas será forçado abandonar o pensamento crítico e perceber o mundo com base em seu próprio julgamento, tornando-se consumidores passivos de conteúdo gerado por IA com visões unificadas sobre aspectos do cotidiano incluindo, política, economia e valores, daí, IA descobre, IA decide, representando mudança de paradigma e passando de simples assistente executiva à nível qualitativo diverso. Tal cenário, trilha caminho de degradação educacional e social onde IA não apenas oferece opção, mas, decide, forçando a crença que foi o indivíduo e não a máquina quem o fez, no entanto, buscando a prática política global contemporânea, tal fato, pode se revelar cenário perfeitamente aceitável, afinal, pensador crítico não é um ativo desejável em sistemas de governo.
Moral da Nota: anúncio da municipalidade de Los Angeles nos avisa que não usa mais carvão no fornecimento de energia urbana, marco importante na transição acelerada da cidade à energia 100% limpa até 2035 e passo fundamental na liderança climática. Quer dizer, o Departamento de Água e Energia de Los Angeles, LADWP, e a Incubadora de Tecnologias Limpas, LACI, anunciam o desinvestimento em carvão no fornecimento de energia, sendo que o LADWP não recebe mais energia de carvão da usina Intermountain Power Project, IPP, em Utah, utilizando energia de unidades geradoras com capacidade à hidrogênio construídas na usina IPP, parte da modernização chamada IPP Renewed. Existe plano à transição futura ao hidrogênio verde como fonte de combustível, já que a expectativa é que o hidrogênio verde seja adicionado à matriz energética em 2026, com a prefeita de Los Angeles declarando que, “o desinvestimento em carvão em Los Angeles não se trata apenas de interromper o seu uso para abastecer a cidade, trata-se de construir economia de energia limpa que beneficie os angelinos, somos capazes de desferir esse golpe contra mudanças climáticas pois não dependemos de concessionária corporativa à nossa eletricidade, somos donos da nossa energia.” A LADWP utiliza energia de unidades com capacidade à hidrogênio construídas na usina IPP, parte de modernização conhecida como IPP Renewed, sendo que as unidades operam com gás natural capazes de funcionar com mistura de gás natural e 30% de hidrogênio verde, com plano para fazer no futuro transição à 100% de hidrogênio verde como fonte de combustível, com expectativa que o hidrogênio verde se adicione à matriz energética em 2026. Por fim, Los Angeles investiu em armazenamento em baterias e energia solar e eólica trabalhando na expansão de iniciativas locais de solar, eficiência energética e demanda para apoiar a transição com marcos históricos em energia limpa em 2025 como a conclusão do Eland Solar-plus-Storage Centre, um dos maiores projetos de energia solar e armazenamento em baterias do país que fornece energia suficiente à mais de 260 mil residências em Los Angeles ultrapassando a meta de 60% de energia limpa em 2025.
Rapidinha: estudo publicado na Nature Reviews Earth & Environment revela que o El Nino–Oscilação Sul, ENOS, está afetando o Oceano Atlântico e a pesca no Brasil ao alterar padrões de chuva, temperatura da água e fluxo de rios, mudando oferta de nutrientes e oxigênio marítimo. No Norte do Brasil, reduz chuvas e enfraquece o rio Amazonas prejudicando cadeia alimentar marinha, no Sul, aumenta chuvas, beneficiando a albacora e a pesca do camarão marrom decorrente água mais clara e maior radiação solar, daí, cientistas de instituições brasileiras, africanas e europeias pedirem estratégias locais de manejo e defenderam sistema internacional de monitoramento oceânico.