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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Desafios

A última fronteira na tokenização é o petróleo lastreado em bitcoin como garantia de commodities sintéticas resistentes a restrições geopolíticas em que contratos inteligentes automatizam liquidação, sendo que a RWA, tokenização de ativos do mundo real, é considerada meio de tornar mercados tradicionais mais eficientes e inclusivos. Uma das commodities mais influentes, petróleo, permanece em parte inexplorada e, combinar contratos futuros de petróleo tokenizados com Bitcoin como garantia, marca fronteira na transformação digital em meio à crescente dívida global ultrapassando US$ 330 trilhões ao lado de inflação recorde. Contratos futuros de petróleo são mercado próspero, permitem especuladores e produtores firmarem contratos que os obrigam comprar ou vender petróleo em data futura e converter esses ativos em tokens blockchain tornaria o processo instantâneo, transparente e acessível a todos, não apenas a investidores institucionais sendo que a inclusão Bitcoin leva à passo adiante. Considerado transfronteiriço, resistente à censura e, em grande parte, fora do alcance dos órgãos reguladores que restringem transações tradicionais de petróleo, o btc é particularmente valioso quando se trata de petróleo, recurso proveniente de alguns dos países com maior bloqueio financeiro do mundo e combinar liquidez cripto com estabilidade de commodities físicas, o petróleo lastreado em BTC inauguraria ativos sintéticos resistentes à censura possibilitando finanças programáveis sem fronteiras em mundo volátil. Tokenizado, serviria como garantia em protocolos DeFi, finanças descentralizadas, permitindo que investidores gerem rendimentos ou agrupem em portfólios multiativos podendo ser usado como garantia para obter empréstimos e emitir stablecoins que geram retornos, melhorando eficiência do capital, escalado com sucesso, levaria a classe de ativos nova, ou, commodities sintéticas combinadas a escassez Bitcoin com utilidade real do petróleo oferecendo resiliência contra perturbações geopolíticas e excesso de regulamentação. A tokenização permite fracionamento, dispensando contrato de US$ 65 mil para participar, quer dizer, US$ 100 seriam suficientes, tornando o petróleo commodity negociável globalmente com investidores depositando BTC como garantia usando a mesma fórmula que permite negociação de margem on-chain com contratos inteligentes automatizando o ciclo de vida, desde o gerenciamento de garantias e chamadas de margem a liquidação em que a    integração DeFi permitiria uso de petróleo tokenizado como garantia à empréstimos ou yield farming, criando ecossistema programável operando 24 horas/dia, 7 dias por semana. A vantagem do petróleo lastreado em Bitcoin é clara, aliado à capacidade de se tornar  garantia "inteligente", integrável ao DeFi para geração de rendimento, empréstimos ou cestas de commodities, aceleraria tokenização de ativos ponderados pelo risco, RWA, e fluxos de capital mais que qualquer outra classe de ativos.

A Hippocratic AI, líder global em agentes IA generativa focados em segurança na saúde, levanta US$ 126 milhões com avaliação de US$ 3,5 bilhões elevando financiamento total à US$ 404 milhões. Liderado pela Avenir Growth, líder em apoio a empresas que definem categorias IA generativa, com participação de investidores novos e antigos, CapitalG, fundo de crescimento do Google, General Catalyst, Andreessen Horowitz, Kleiner Perkins, Premji Invest, Universal Health Services, Cincinnati Children's Hospital Medical Center, WellSpan Health, John Doerr, Rick Klausner e outros, sendo que em 15 meses desde a comercialização, estabeleceu parcerias com mais de 50 sistemas de saúde, operadoras de planos de saúde e clientes farmacêuticos em 6 países, além de desenvolver mil casos de uso clínico e 115 milhões de interações clínicas sem problemas de segurança. A adoção se acelera à medida que organizações de saúde recorrem a agentes IA generativa escaláveis ​​e seguros para viabilizar abundância na saúde, com Andrew Sugrue, cofundador da Avenir Growth, dizendo, "focados em investir em líderes de categoria" e, conclui, "após conversar com clientes antes de investir, acreditamos que a Hippocratic AI lidera a categoria de agentes de saúde e descobrimos foco incansável em segurança conquistando confiança de organizações de saúde no mundo, tornando-se escolha segura à executivos na hora de selecionar agentes IA para implantação na saúde." Segundo a sócia-gerente da Andreessen Horowitz, "a Hippocratic AI está entre empresas de saúde corporativa de crescimento mais rápido nos últimos anos", concluindo, "seu rápido crescimento é prova da demanda por soluções à crise de acesso a mão de obra e pacientes no setor e capacidades exclusivas que trouxe ao mercado para atender necessidades." O financiamento de capital de risco aumentou 38% em relação a 2023 atingindo US$ 97 bilhões no 3º trimestre, sendo que 46% foram destinados a empresas IA, sendo que os recursos desta rodada impulsionaram expansão através de fusões, desenvolvimento de produtos e crescimento internacional, com a Hippocratic AI cofundada por Munjal Shah e médicos, administradores hospitalares, profissionais de saúde e pesquisadores IA da El Camino Health, Johns Hopkins, Stanford, Microsoft, Google e NVIDIA. Desenvolveu agentes IA generativa na saúde estabelecendo parcerias com mais de 50 organizações de saúde como Cleveland Clinic, Northwestern Medicine, Ochsner Health, Moffitt Cancer Center, University Hospitals e outras.

Moral da Nota: a Câmara fintech argentina alerta que a estrutura tributária nacional dificulta desenvolvimento do setor, em relatório, mostra que empresas fintech na Argentina pagam alíquota média de 6,4% sobre o Imposto de Renda Bruto, IRB, quase o dobro de outros setores, apresentou resultados no relatório intitulado “Mapa da Pressão Tributária sobre a Digitalização da Economia”, levantamento que analisa impacto do Imposto de Renda Bruto, IRB, sobre empresas do setor de tecnologia financeira e disparidades tributárias entre províncias argentinas. O documento explica como a estrutura tributária impõe ônus às empresas fintech, afetando competitividade, capacidade de expansão e contribuição ao desenvolvimento econômico nacional e, segundo o relatório, uma empresa fintech média na Argentina paga alíquota de 6,4% sobre receita, enquanto setores tradicionais como Comércio ou Serviços pagam entre 3% e 5%, nível de carga tributária que faz do ecossistema fintech um dos mais tributados do país, o que, segundo a Câmara, “aumenta o custo dos serviços financeiros, eleva o custo do crédito e desestimula formalização da atividade econômica”. O estudo, baseado em análise de leis tributárias nas 24 jurisdições do país, revela disparidade territorial, enquanto a alíquota do imposto de renda bruta na Terra do Fogo é de 3,5%, em províncias como La Pampa e Santa Fé chega a 9%, a mais alta já registrada, sendo que a atual estrutura tributária limita o desenvolvimento da economia digital e afeta empresas e usuários. Por fim, o documento destaca que algumas províncias como Córdoba, Jujuy e Santa Fé, aplicam regimes tributários especiais que aumentam a carga tributária sobre empresas fintech, em Córdoba, por exemplo, operações de crédito e pagamentos processados via plataformas digitais estão sujeitos a taxas que podem chegar a 9% pós adição de contribuições adicionais. O relatório propõe reduzir pressão tributária setorial, harmonizar regulamentações entre províncias e simplificar o marco regulatório. 

sábado, 14 de setembro de 2024

Lei fintech

Promulgada no Chile Lei Fintech para promover inclusão financeira e concorrência visando regular o sistema financeiro, aberto nacional, que entrará em vigor em julho de 2026, sendo que a Comissão do Mercado Financeiro espera que o regulamento gere maior concorrência e inclusão financeira, com a CEO da CryptoMarket indicando que “o regulamento estabelece que entidades que se qualificam como Instituições Provedoras de Informação e Instituições Provedoras de Contas devem fazer parte do sistema, assim como bancos emissores de cartões de pagamento com disponibilização de fundos, seguradoras, cooperativas de poupança e crédito que sejam fiscalizadas pela CMF, além disso, devem ser registradas entidades que prestam serviços de iniciação de pagamentos, conforme indicado no artigo 4º da CMF da Lei Fintech”. O sócio da SW Consulting e diretor da CryptoMarket esclarece que financiamento aberto é "conjunto de procedimentos e regras que permitem usuários do sistema financeiro compartilhar dados de modo seguro para obter melhores condições na contratação de serviços financeiros, em que provedores de serviços poderão se conectam via API, interface de programação e aplicativos, com as instituições financeiras indicando que será gradual o período de implementação do Sistema de Financiamento Aberto, dependendo do papel desempenhado pelos participantes neste esquema sendo que a 1ª fase tem prazo de 24 meses para entrada em vigor, prevista para julho de 2026. Até esse período, serão feitas adaptações que exigem implementação de um dos participantes em que serão desenvolvidos manuais técnicos com especificações de funcionamento, considerando que a lei está relacionada a privacidade dos dados dos utilizadores e, a este respeito, o CEO da CryptoMarket afirmou que “clientes devem manifestar vontade expressa e, esta, só poderá ser utilizada aos respectivos fins cujos regulamentos estabelecem que o consentimento pode ser revogado através de painel de controle", com a Comissão do Mercado Financeiro esclarecendo as condições que as entidades participantes do Sistema Financeiro Aberto devem cumprir para salvaguardar a integridade, disponibilidade, segurança e confidencialidade dos dados em cada transação e proteção adequada da informação do usuário.

Relatório da CoinWire avalia que o Chile tornar-se-á referência regional no comércio de criptomoedas, com volume de transações que ultrapassará US$ 105 bilhões em 2024, ou, segundo a reportNews, o 2º país da América Latina no comércio de criptomoedas em 2024, no entanto, análise apresentada pela CoinWire mostra “quais países negociam mais” afirmando que o país segue o Brasil entre países que terão maior volume de comércio através de criptomoedas até 2024, sendo que em média, os chilenos gastam US$ 447 por mês em criptomoedas equivalendo 65% de sua renda mensal e quase igual as despesas mensais de aluguel, se destaca não apenas pelo volume de operações, mas pelos gastos mensais com criptomoedas por parte dos cidadãos. O país ocupa o 2º lugar em volume negociado em relação à renda média mensal com 94,50%, seguido pela Argentina com 55,86%, Colômbia com 20,60% e Venezuela com 48,443% e menciona que “este investimento reflete confiança nos ativos digitais como ferramenta financeira viável no Chile”, que foi reforçada com a possibilidade que os cidadãos têm de investir em criptoativos de forma regulada e transparente através do recente lançamento da listagem de ETF Bitcoin spot pela iShares Bitcoin Trust, IBIT, pertencente a BlackRock, sendo que em “três anos, o volume de negociação cripto na América do Sul se multiplicou por 3,42 com “volumes de negociação estimados devendo atingir US$ 7,8 bilhões em 2024, acima dos US$ 2,3 bilhões em 2022 e dos US$ 3 bilhões em 2023”, segundo o relatório.

Moral da nota: o diretor de produtos do Bitybank aponta como usar criptomoedas no dia a dia e integrá-las à rotina já que são realidade presente no dia a dia e que a principal razão por trás desse crescimento é a natureza descentralizada e segura das criptomoedas, além disso, a simplicidade e facilidade proporcionada pelas exchanges tornou acesso e utilização das moedas digitais mais fáceis permitindo que mais pessoas participem deste mercado de modo prático e seguro. Baseada na tecnologia blockchain que elimina necessidade de intermediários financeiros tradicionais como bancos, tornando transações rápidas, baratas e acessíveis a qualquer pessoa com acesso à Internet possibilitando utilizar criptomoedas nas mais diversas situações do dia a dia como Pagamentos e Compras em empresas de gigantes do comércio eletrônico a pequenos estabelecimentos, aceitando cripto como meio de pagamento permitindo clientes fazerem transações de modo rápido, seguro, sem necessidade de intermediários. Tecnologias como Lightning Network facilitam micropagamentos instantâneos Bitcoin e alguns serviços oferecem cartões permitindo usuários gastar criptomoedas em qualquer lugar como indica o Gerente de Produto do Bitybank, esclarecendo que, “o cartão criptográfico é ótimo para quem busca modo fácil e seguro de usar criptomoedas ”. As criptomoedas são opção atraente à investimentos e poupanças em que investidores alocam parte das carteiras em criptoativos, buscando aproveitar volatilidade e potencial de valorização desse mercado, além disso, plataformas cripto oferecem opções de staking permitindo usuários “emprestar” e receber recompensas semelhante à poupança tradicional, com taxas de retorno mais atraentes em ecossistema que abre caminho ao surgimento de serviços financeiros descentralizados, DeFi, que permitem utilizadores realizar empréstimos, trocas de ativos seguros, bem como outras atividades financeiras sem necessidade de intermediários tradicionais em que plataformas DeFi oferecem acesso a serviços financeiros de modo mais transparente, eficiente e inclusivo à quem tem dificuldade de acesso ao sistema financeiro tradicional. Além das aplicações financeiras as criptomoedas impulsionaram desenvolvimento de dApps, aplicações descentralizadas, em áreas como jogos, mídias sociais e mercados de previsão, baseados na blockchain, oferecendo recursos inovadores, privacidade e segurança ao usuário, considerando que a adoção generalizada cripto enfrenta desafios como volatilidade do mercado, complexidade tecnológica e necessidade de maior regulamentação, no entanto, à medida que a tecnologia evolui e a aceitação aumenta é provável que as criptomoedas se integrem mais na vida quotidiana e, “em futuro próximo, será mais comum a utilização cripto para efetuar pagamentos, investir, aceder a serviços financeiros e interagir com aplicações descentralizadas”.