A Connected Kerb e a EZ-Charge, sediada em Bicester, Reino Unido, foram escolhidas à fornecer mais de 1.500 pontos de recarga públicos à EVs, dobrando disponibilidade, priorizada em áreas onde moradores não possuem vaga de estacionamento privativa, inserida no objetivo em criar rede de carregamento EVs sem contacto, fiável e fácil de usar, abrangendo todo o condado inglês, dando oportunidade de optar por EV melhorando o ambiente e a qualidade do ar em Oxfordshire. Os moradores beneficiarão da maior instalação de pontos de recarga públicos à EVs já vista no condado do Reino Unido nos próximos 2 anos, após adjudicação de 2 contratos de operação de pontos de recarga, CPO, sendo que a Connected Kerb foi selecionada para instalar e operar carregadores de EVs nas vias públicas, bem como estacionamentos de integração administrados pelo Conselho do Condado de Oxfordshire e outros estacionamentos públicos, já, a EZ-Charge foi escolhida para instalar e operar pontos de recarga à EVs em estacionamentos públicos administrados por conselhos distritais e municipais em Oxfordshire. As 2 empresas trabalharão com os conselhos de Oxfordshire para criar rede de carregamento de EVs confiável, fácil de usar e sem contato, abrangendo todo o condado independente de onde moram ou situação do estacionamento visando melhorar o ambiente e qualidade do ar. A implantação de carregadores públicos para veículos elétricos será priorizada em áreas onde alta proporção de moradores não possuem estacionamento privativo, ao passo que a viabilidade dos locais será uma das prioridades das novas Ordens de Compra Comunitária, CPOs, portanto, os anúncios sobre localizações só serão feitos posteriormente. O Conselho de Oxfordshire planeja lançar programa de microcentros comunitários, convidando conselhos municipais e paroquiais, bem como organizações comunitárias sem fins lucrativos, disponibilizarem pontos de recarga à EVs em estacionamentos de centros comunitários, como salões de festas, centros comunitários e pavilhões esportivos, sendo que 6 locais-piloto foram selecionados para receber carregadores ainda em 2026, antes da abertura do programa para inscrições formais. O financiamento provém da combinação de Infraestrutura Local à EVs e fundos de subvenção do governo, além de investimento privado das 2 Organizações de Compra Comunitária, CPOs, sendo que o foco será em carregadores padrão de 7 kW que permitirão aos moradores sem carregadores domésticos carregar seus veículos elétricos com tarifas reduzidas enquanto estiverem estacionados a noite, no entanto, número menor de carregadores rápidos de 50 kW ou mais em locais especiais, fornecerá recargas à moradores, visitantes, pessoas que se deslocam diariamente ao trabalho e motoristas a serviço durante o dia, estimando-se que 28% das residências em Oxfordshire, 86 mil, não possuem estacionamento privativo, portanto, podem não conseguir instalar sistema de cobrança residencial.
Em desenvolvimento infraestrutura canadense de hidrogênio buscando produção local de veículos movidos a hidrogênio, no caso em questão, o Projeto Beaver, iniciativa que não se resume à venda de submarinos, mas, impulsionar a descarbonização industrial em consonância com compromissos globais de emissões líquidas zero. Submarinos da classe Victoria, antigos, do Canadá, enfrentam problemas de manutenção e tempo de operação insuficiente e interminável, em consequência, o governo do Canadá embarcou em programa de nova geração que pode custar US$ 40 bilhões ao longo de sua vida útil e, como em acordos navais anteriores, o governo insiste em parcerias industriais sólidas buscando recompensar licitantes que tragam produção local, criem empregos e compartilhem tecnologia. A Hanwha Ocean, empresa de Seul, conhecida por submarinos diesel-elétricos KSS-III chamou a atenção dos canadenses que visitaram os estaleiros da Daewoo, com rumores que as operações de submarinos da Hanwha poderiam criar 25 mil empregos no Canadá, quer dizer, o Projeto Beaver batizado em homenagem ao animal nacional do Canadá, tem planos de desenvolvimento, com relatos que a Hyundai Motor deverá instalar fábrica no Canadá para produzir caminhões pesados movidos a células de combustível de hidrogênio, aproveitando a tecnologia já existente nesse setor. A CTV News, diz que o plano envolve instalação de 3 ou 4 postos de abastecimento de hidrogênio de alta capacidade e criação de rotas de fornecimento que conectem portos em ambas as costas com centros logísticos no interior do país, sendo que Províncias de Ontário à Colúmbia Britânica já estão na disputa competindo por vagas de montagem incluindo garantir locais, expandir linhas de produção de células de combustível e atrair fornecedores locais. O Banco de Infraestrutura do Canadá em co-investimento em projetos de produção de hidrogênio verde, armazenamento de hidrogênio e redes de gasodutos e desenvolvedores, consideram colaboração com universidades e centros de treinamento profissional garantindo que trabalhadores estejam prontos imediatamente, atendendo demanda do volume e caminhões quanto de contratos de suporte a submarinos. Por fim, os caminhões com células de combustível funcionam na prática utilizando hidrogênio comprimido a até 700 bar, pressão alta, sendo que o hidrogênio passa por uma pilha onde prótons atravessam membrana e se misturam com o oxigênio para gerar eletricidade, com calor e vapor d'água como subprodutos, além de possuírem baterias internas à suprir picos de potência aproveitando energia da frenagem regenerativa. Vale a nota que a Europa tem sua Rede Transeuropeia de Transportes, RTE-T, incluindo corredores piloto de hidrogênio em autoestradas, ou, Projetos como o H2Mobil, na Alemanha, e o HySynergy, na Noruega, mostrando que o apoio governamental pode fazer diferença real, a Austrália, no entanto, enfrentou percalços já que o seu posto de abastecimento de caminhões pesados teve problemas quando um fornecedor faliu.
Moral da Nota: a UE deverá mobilizar até 25 bilhões de euros à renováveis e tecnologias limpas até 2035 via iniciativa do Pacto ao Mediterrâneo, lançando Cooperação Transmediterrânica em Energias Renováveis e Tecnologias Limpas, T-MED, iniciativa no âmbito do Pacto ao Mediterrâneo. O projeto T-MED busca acelerar o desenvolvimento de energias renováveis, hidrogênio, tecnologias limpas na fabricação e redes elétricas na região do Mediterrâneo,em apoio ao mercado integrado de energia mediterrânea, interconectado e sustentável,apresentado na Semana Europeia da Energia Sustentável pela Comissária ao Mediterrâneo e pelo Comissário à Energia e Habitação, o T-MED deve mobilizar investimentos previstos para 2035. A Comissão Europeia investiu 5 bilhões de euros em capacidade de garantia ao abrigo do Fundo Europeu de Desenvolvimento Sustentável Plus, capacidade de garantia, desbloqueando investimento público e privado em setores abrangidos pelo T-MED, quer dizer, o T-MED fortalecerá cooperação energética na região mediterrânea e, até 2035, a iniciativa contribuirá no desenvolvimento de 15 gigawatts de capacidade de energia renovável, em apoio a reformas regulatórias em países parceiros e auxílio a geração de 100 mil empregos em setores de energia limpa. A T-MED promoverá cooperação transfronteiriça e parcerias estratégicas em energia, ao apoiar diversificação de sistemas energéticos e cadeias de abastecimento, sendo que a iniciativa reforçará segurança energética, fortalecerá competitividade, apoiará descarbonização e contribuirá à prosperidade e estabilidade a longo prazo tanto à UE como aos países parceiros no Mediterrâneo Meridional. Fundamentado em pilares para impulsionar investimentos, cooperação, competências, comércio de energias renováveis e tecnologias limpas o T-MED será implementado através de Mobilização de investimentos, Cooperação regulatória, Desenvolvimento de competências e Melhorias na infraestrutura e comercialização de energias renováveis aos sistemas de energia e, por fim, Cooperação industrial em tecnologias limpas.