quinta-feira, 18 de junho de 2026

BRICS

Tecnologias Universa blockchain serão utilizadas no BRICS Settlement Center em ativos digitais e moedas emitidas pelos países membros do BRICS e BRICS +, além de transações comerciais e logísticas. Na prática o BRICS IT, Blockchain e Cryptocurrency Association e a Universa Blockchain, possuem Acordo relativo à implementação do projeto do Banco Digital BRICS com base na Suíça. O núcleo do sistema Universa Blockchain impulsiona operações do BRICS Settlement Center, utilizando ativos digitais e moedas emitidas por estados membros do BRICS e BRICS +, além de transações comerciais e logísticas com o fundador da Universa Blockchain, Alexander Borodich, nomeado co-presidente da unidade de força-tarefa do BRICS Digital Settlement Center. A “New Silk Road BRICS” é plataforma de comércio e logística iniciada pelas Associações de Transporte e Energia do BRICS, baseada em resoluções dos chefes de estado da China, Rússia, África do Sul e Brasil, utilizando ativos digitais e tokens de transações de comércio exterior com o detalhe da não citação indiana. O chefe da associação, Oleg Sobolev, ocupa cargo de vice-presidente da plataforma global de comércio e logística de TI Global de Logística e Comércio da Nova Rota da Seda do BRICS ou “New Silk Road BRICS”, newsilkroadbrics.com, que lançou a 1ª criptomoeda BRICS, observa que “a cooperação tecnológica dará impulso adicional ao desenvolvimento do Banco Digital. Antes disso, informa assinatura de acordo de cooperação com a Joys Platform OU, membro do BRICS Business Council, à criação do BRICS Payment System baseado na plataforma de TI BRICS New Silk Road Global Trade and Logistics IT. A Nova Rota da Seda do BRICS é plataforma de comércio e logística criada sob auspícios das associações de transporte e energia do BRICS, bem como nas decisões dos líderes da China, Rússia, África do Sul e Brasil, utilizando ativos digitais e tokens em transações reais de comércio exterior.

Neste conceito disruptivo, a Tunisian Internet Agency, ATI, e a Universa Hub Africa são parceiras estratégicas, tornando a Tunísia um dos primeiros países do mundo com blockchain nacional baseado nas tecnologias Universa Blockchain. Em 2020 na apresentação dos resultados da parceria entre ATI e Universa Hub Africa, o lançamento da rede global blockchain nacional da Tunísia foi anunciado com assinatura de documentos utilizando o serviço MyDocuments.tn em blockchain. Representantes oficiais assinaram Parceria Público-Privada, PPP, usando  serviços blockchain recém-lançados, o serviço certificado e-sig MyDocuments.tn, implantado na Tunísia e disponível para mais de 11 milhões de tunisinos para assinar papéis oficialmente. O CEO da Universa Blockchain Alexander Borodich afirmou que “desenvolvedores, startups, empreendedores serão capazes de criar qualquer tipo de solução blockchain: ID digital, contratos inteligentes para empréstimos, seguros, gerenciamento da cadeia de suprimentos, conformidade com rótulos de qualidade”. A rede nacional blockchain da Tunísia engloba recentes desenvolvimentos da Universa Blockchain e disponível ao público tunisiano para usuário final, além de integração futura com operações governamentais e processos de negócios. Os desenvolvimentos planejados são direcionados à Smart Cities, e-gov e soluções ao cidadão estando previstos marcos na implantação e lançamento como o DNS nacional sobre blockchain com domínios descentralizados resistentes à censura, sistema de ID descentralizado, serviços da Web Blockchain e etc. A Tunísia se insere como um dos primeiros países com blockchain nacional, especificando novo conceito de Internet descentralizada abrindo oportunidades de suporte a e-gov e serviços privados. Em 2018, a Tunisian Internet Agency, ATI, assinou parceria de 10 anos com a Universa Hub Africa à serviços de hospedagem para plataforma facilitando desenvolvimento, sendo que a ATI, Agence tunisienne d’Internet, ou, Agência da Internet da Tunísia, é o principal ISP da Tunísia criado em 1996 e administrado pelo Ministério das Comunicações. 

Moral da Nota: a Universa Blockchain é empresa multinacional fornecedora de tecnologia blockchain e de segurança descentralizada, lançada em 2017, executando Mainnet pública desde 2018, com metodologia de contratos inteligentes de autoexposição Ricardiana à integração blockchain menos intrusiva, com processos de negócios fornecendo portfólio de tecnologias blockchain, incluindo UDC, plataforma para lançar CBDC, Ubots, de aplicativo descentralizada com flexibilidade entre fragmentação e descentralização, dApps prontos para oracle escritos em JavaScript regular, U8, tempo de execução JavaScript/ECMAScript assíncrono moderno e de alto desempenho no motor V8, Parsec, camada de segurança da Internet substituindo SSL/TLS e registradores de domínio/ICANN pelo armazenamento de dados mantido em blockchain comum, tornando domínios e certificados resistentes à censura e descentralizados. O Universa Hub Africa é provedor de serviços baseado na Tunísia para tecnologias, produtos, serviços e licenças Universa Blockchain, promovendo blockchain na Região Africana. O fundador da Universa Blockchain explicou que a pandemia direcionou interessados observar como barreiras entre países alimentam demanda pela digitalização das principais economias do mundo, explicando que “espera que tecnologias Universa desempenhem papel decisivo na implementação do projeto Banco Digital, auxiliando pessoas que nem sabem da existência da palavra “blockchain” tirar máximo partido da economia digital do século 21”. O BRICS é associação de países diversificados com a mesma característica comum, isto é, emergentes em evolução. A Rússia pós muro de Berlim, antiga inimiga do comunismo agrícola da também pós comunista China, se integra ao lado da África do Sul, Índia e Brasil. Se afina bem com a Índia que desafina com a China, que por sua vez, se afina com o visceral inimigo Paquistão. Neste ambiente se inserem, convergindo na evolução tecnológica emergente e, neste quesito, a Rússia parece se entender com a China e a Índia na tecnologia blockchain, IA, IoT, industria 4.0 e web 3.

terça-feira, 16 de junho de 2026

Projeções

O mercado de dispositivos Blockchain em 2020 de US$ 648 milhões deve atingir US$ 5,6 bilhões até 2027, com crescimento no segmento criptoativo revisado de 39,1% no  período de 7 anos, sendo que o mercado norte americano estimado em US$ 195,3 milhões e a China projetando crescimento de 34,8% de US $ 938,3 milhões em 2027. Outros mercados incluem Japão e Canadá, com crescimento previsto de 32,6% e 30,9%, respectivamente, entre 2020-2027 e, na Europa, a Alemanha prevê crescimento em 25,2%. Quanto ao segmento global de smartphones Blockchain, EUA, Canadá, Japão, China e Europa impulsionarão 32,5%, mercados regionais, representando mercado combinado de US$ 24,2 milhões em 2020 atingindo US$ 172,8 milhões com a China  entre os que mais crescem no grupo de mercados regionais.

Blockchain visa transparência e segurança beneficiando relacionamentos da cadeia de suprimentos global, na prática, armadilhas e obstáculos desafiam a implementação da tecnologia inseridas em desvantagens a serem consideradas ao blockchain na cadeia de suprimentos de finanças e tecnologia. Apontada como antídoto adequado à ineficiência da cadeia de suprimentos, a tecnologia não é panaceia e não resolve todos desafios da cadeia de suprimentos instantaneamente. Entender problemas e diferentes plataformas, resolvem e, como configurar processos de avaliação realista determina se blockchain beneficiará desafios específicos. Casos de uso além de financiamento da cadeia de suprimentos e processamento de transações com ledgers distribuídos de diferentes objetivos, necessitam compreensão clara que fornecerão necessidades decorrente diferenças funcionais entre eles. Custos de implementação para desenvolver e integrar a solução devem ser avaliados antes de iniciar qualquer trabalho de desenvolvimento. O livro-razão distribuído é evolução da forma como os negócios são feitos, não é substituição de processo existente por tecnologia pronta ao uso ou um novo processo de negócios, exigindo mudanças no modo como se negocia com parceiros e fornecedores sendo risco potencial em termos de segurança se algum intermediário ou parceiro tiver acesso a dados confidenciais. A descentralização apresenta desafios de interoperabilidade apresentando complexidade e levantando questões sobre como ledgers distribuídos funcionam juntos, sendo que a maioria das plataformas blockchain são de código aberto significando que diferentes versões podem ser mantidas por diferentes partes incluindo desenvolvedores terceirizados que podem não ter os mesmos interesses. Bugs podem se tornar código de produção difícil de detectar e resolver no código-fonte, encontrá-los e corrigi-los no registro distribuído é desafiador. A estabilidade e a segurança blockchain podem ser afetadas por regulamentos ou leis promulgadas, por exemplo, regulamentos europeus exigem que registros completos sejam mantidos eletronicamente e armazenados em servidores UE, com a tecnologia podendo ser afetada no futuro por modificação de regulamentos refletindo novos casos de uso e aplicativos.

Moral da Nota: projeto blockchain busca transformar o Mar de Cortez, noroeste do México, na 1ª zona econômica descarbonizada do planeta. O Fórum Mar de Cortez apresentou o plano “Mar de Cortez Region Carbon Neutral Goal 2030” descarbonizando produtos e serviços na área, um dos ecossistemas marinhos mais importantes da América do Norte por ser o maior centro pesqueiro no México. Consiste em saber quanto gera a pegada de carbono de cada atividade ou ação, nas empresas e pessoas individualmente com o verificador calculando toneladas de CO2 que determinado projeto de empresa ou organização evita ou remove da atmosfera. Para cada tonelada de CO2 que um projeto evita ou remove a plataforma emite um crédito de carbono que pode ser negociado uma vez, além da empresa poder comprar compensações de carbono necessárias para compensar a porcentagem da pegada de carbono que emite de seu produto, serviço ou evento. A iniciativa foi apresentada no “Mission Prosperity Summit 2022” em Los Cabos, com mais de 400 participantes e 42 palestrantes que discutiram turismo, preservação de ecossistemas, crise climática, estresse hídrico, responsabilidade social e investimentos de impacto. A importância do Mar de Cortez reside no fato de seus quase 259 mil kms² com mais de 900 ilhas protegidas, ser a maior zona pesqueira do México com 77% da pesca nacional concentrada no Pacífico e, deste, 80% no Golfo da Califórnia. O Fórum do Mar de Cortez promove programas sustentáveis, verificados e revisados por organismos internacionais visando obter certificação à geração de créditos de carbono, além de iniciar processo de afiliação de empresas, câmaras empresariais, organizações e fundações da região e de qualquer linha de negócios ou setor que aderirem ao projeto de criação de produtos e serviços descarbonizados.